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Nossa dica para este equipamento, são as impressoras Brother. Talvez você já conhece a marca, talvez não. A Brother tem mais de 42 anos aqui no Brasil, trazendo soluções de impressão, comunicação, identificação e na indústria de transformação. Atualmente a empresa é uma das maiores do mundo no ramo, e seus produtos são bem aceitos.
A Brother lançou o novo modelo DCP-L5652DN, que tem as funções de impressão, cópia e digitalização. A boa notícia é que, pasme, o toner inicial dura 8.000 páginas, comparado com as tradicionais que duram apenas 1.500, já é um bom argumento para investir.

O que mudou do modelo antigo (DCP-8157DN) para o modelo novo (DCP-L5652DN)?
De cara podemos ver que a impressora teve mudanças na sua estética. E confesso que a versão 8157, na minha opinião, é visualmente melhor, com tons mais escuros e de mesma intensidade. Porém a L5652DN agora vem com um display de 3,7 polegadas, colorido e touchscreen, diferente do monocromático da versão antiga.
Mas não é só de design que devemos avaliar as melhorias de uma impressora, longe disto. Em termos de hardware, houveram melhorias significativas, como já mencionado display touchscreen, a capacidade da memória padrão por exemplo, que saiu de 128MB para 512MB, o processador agora é um Dual Core, de 800Mhz, o dobro da capacidade comparado com o anterior. Agora, através do USB é possível ligar um leitor de cartão de memória externo, visto que não tem leitor embutido na impressora. Não sei o quanto utilizável é um leitor de cartão,
visto que geralmente estão armazenadas fotos, como a impressora é monocromática, dificilmente alguém imprimiria fotografias nela.
Ela possui um ciclo máximo de 150 mil impressões mensais, o que em termos de tempo, daria uma impressão a cada 17,28 segundos, trabalhando constantemente. Se limitarmos a 8 horas de trabalho por dia, e 20 dias de trabalho no mês, o valor baixaria para 3,84 segundos por impressão. Ou seja, ela pode a cada 4 segundos imprimir uma folha, durante 20 dias no mês, por 8 horas diárias. Nada mal.
O rendimento do cilindro também é algo a avaliar, na versão antiga era de 30.000 páginas, agora de 50.000, quase o dobro. O cilindro, ou também chamado de rolo revelador, é responsável por carregar negativamente o toner, transferindo assim o pó (tinta) que é atraído pela carga negativa, do toner para o tambor foto receptor.
]]>O aparelho é comercializado em quatro versões. A mais simples, 1000a, sai por R$ 1.499. A configuração seguinte é a 1000w, tem conexão wireless e custa R$ 1.599. Entre os modelos multifuncionais estão o 1200a, sem Wi-Fi, por R$ 1.799, e o 1200w, com conexão Wi-Fi, por R$ 1.899. “Temos um modelo para cada tipo de consumidor”, diz Raupp.
Equipada com tanque de toner, a novidade foi desenvolvida para atender as necessidades de pequenos empreendedores que precisam de um equipamento eficiente para a impressão de um alto volume de páginas em preto e branco, mas sem os custos elevados de recarga.
E neste ponto, a companhia acertou. O kit de recarga custa a partir de R$ 59,90 e imprime 2.500 páginas. Além disso, é preciso destacar que a substituição dos cartuchos é prática, não necessita de ferramentas e pode ser feita em apenas 15 segundos.

A liderança do mercado de impressoras tem sido um desejo antigo da HP. Pelo menos é o que mostram os esforços da companhia nos últimos anos. Em 2016, a empresa comprou a divisão de impressoras da Samsung por pouco mais de 1 bilhão de dólares. Na época, a área respondia por 1,8 bilhão de dólares do faturamento da empresa sul-coreana.
A aquisição foi importante para reduzir o número de rivais no setor. Segundo dados da consultoria americana Statista, a HP terminou o primeiro semestre do ano passado na vice-liderança do mercado global de impressoras com 22,8% das vendas. A disputa, porém, é acirrada com a Canon, que detém 22,8% do comércio mundial. Brother, Epson e Kyocera seguem na sequência com 11,3%, 10,1% e 7% das vendas respectivamente.
Além disso, a fabricante americana passou a controlar também a Simpress. A empresa brasileira trabalha com a terceirização da impressão. Em 2018, a companhia tinha quase 150 mil impressoras instaladas em clientes do todo o País. “O mercado brasileiro está extremamente maduro neste setor”, afirma Raupp. “O cliente não paga pelo equipamento, mas pela página impressa.”
Mais do que uma estratégia que soa como saudosista ao pensar no papel enquanto a digitalização de documentos bate na porta das empresas, a HP está de olho no momento do mercado. De acordo com dados da consultoria americana IDC, o momento do mercado de impressoras é positivo. O segmento teve alta de 8% no Brasil em 2018 e as vendas somaram 2,36 milhões de unidades.
O mercado corporativo, foco do modelo Neverstop, é o grande comprador. As vendas para a iniciativa privada saltaram 9,8% no ano passado, com 913 mil impressoras vendidas. Já o varejo foi responsável pela compra de 748,7 mil unidades, 28% a mais do que em 2017.
Em termos de receita, as vendas no País somaram faturamento de 727 milhões de dólares entre janeiro e dezembro de 2018, 14,7% a mais do que no mesmo período do ano retrasado.
Vale destacar que o setor já vinha de bons resultados em 2017, quando cresceu 21% por conta da renovação de parque. “Muitos consumidores estavam trabalhando com equipamentos defasados e adiando a troca desde 2016”, afirma Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil.
Avaliada nesta quinta-feira (8) em 29,3 bilhões de dólares, a HP viu suas ações despencarem nos últimos anos. A queda de valor de mercado chega a ser superior a 30% desde setembro do ano passado, quando a companhia estava avaliada em 41,9 bilhões de dólares, de acordo com dados da Macrotrends. Resta agora saber se o futuro da HP está em uma folha em branco ou impressa.
]]>Geralmente consideradas matérias difíceis, a ciência em geral (e a matemática em particular) despertaram demasiadas vezes a antipatia dos mais jovens. É uma ideia injusta que esconde, sem dúvida, uma forma pouco feliz de as ensinar que talvez tenha travado um bom número de vocações. A empresa catalã Bonadrone nasce precisamente com o objetivo de despertar vocações científicas. Para isso, desenvolveu kits de construção de drones que incluem material docente centrado no desenho CAD, na impressão 3D, na eletrónica ou na programação. “Queremos levar as novas tecnologias aos estabelecimentos de ensino, pois é lá que se cria o potencial do futuro”, garante Alex Cazorla, cofundador da Bonadrone.
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“O que vemos hoje é que muitos professores querem ensinar novas tecnologias, mas não sabem como. Queremos disponibilizar todas as ferramentas para que isso seja possível.” Com a ajuda dos professores, os alunos não só montarão os seus drones, como terão também a tarefa contínua de programar o aparelho e de incluir sensores que lhes permitirão desenvolver diferentes projetos.
Segundo Cazorla é necessária uma mudança de mentalidade em relação a uma forma de ensino que se está a tornar obsoleta: “O ensino ainda é unidirecional, ou seja, o professor explica e os alunos ouvem. Não consideramos que seja um bom sistema de aprendizagem.” Defende uma mudança de sistema segundo a qual “o protagonista será o aluno e não o professor. O professor tem de ser apenas mais uma ferramenta do sistema educativo.”
Entrevista e edição: Azahara Mígel, Cristina del Moral
Texto: José L. Álvarez Cedena
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